14 a 25 de Junho de 2021

Fórum de Inovação em Investimento na Bioeconomia Amazônica

O Fórum de Inovação em Investimentos na Bioeconomia Amazônica – F2iBAM é uma iniciativa conjunta da rede Uma Concertação pela Amazônia, composta por diversos atores públicos e privados, e o Consórcio Interestadual da Amazônia Legal, que reúne os nove estados da região em torno de uma agenda comum voltada ao desenvolvimento sustentável da região.

A organização da edição 2021 do Fórum está sendo conduzida pelo Governo do Estado do Amazonas, e ocorrerá entre os dias 14 e 25 de junho de 2021, em ambiente virtual. A partir desta edição, o F2iBAM torna-se um evento anual permanente, integrando o calendário do Plano Recuperação Verde da Amazônia Legal, que será apresentado durante o Fórum.

O F2iBAM busca, por meio de uma abordagem transversal do tema, discutir inovações no investimento em bioeconomia com vistas a constituir um espaço de convergência, por um lado, de informações sobre empreendimentos, projetos, programas; e, por outro lado, fontes de investimentos.

Participantes

Anna Mohr
BaumInvest / Fundo de Pensão Alemão …
Bernardo Silva
Economista e profissional de relações internacionais …
Cristina Ropke
Centroflora Diretora de Inovação do Grupo Centroflora …
Jose Padilla (Pepe)
Nacionalidade: BolivianoEdade: 49 anhosProfissao: Ingeniero ComercialExperiencia …
Lilia Assunção
SECTI/SEDECTI – Amazonas Engenheira Florestal, com experiência …
Lucia Ruiz
Advogada formada pela Pontificia Universidad Católica …
Mariana Cohen
SECTI/SEDECTI – Amazonas Bacharel em Ciências Biológicas …
Miguel Tang
Socio Fundador del Instituto de Innovación …
Rafael Anta
Especialista Principal em Ciência, Tecnologia e …
Renee Veiga
Formada em Direito, especialista em Ciências …
Teresa Rossi
(Coordenadora de Projetos do Instituto Escolhas) Bacharel …
Yaniv Amaral
Magama Atual diretor Operacional da Magama Industrial, …

Programação*

TODO O EVENTO: HORÁRIO DE BRASÍLIA

Transmissão de lives no Youtube Canal: Revista Página 22

SEGUNDA
14/06

Painelistas:


Tatiana Schor – SECTI/SEDECTI – Amazonas
Elizabeth Farina – WRI-Brasil / Uma Concertação Pela Amazônia
Katyna Argueta – PNUD Brasil
Jório Veiga – Secretário de Estado SEDECTI – Amazonas

OBJETIVO DO PAINEL

Na América Latina e no Brasil há uma gama de mecanismos de financiamento inovadores que têm potencial de alavancar os investimentos em bioeconomia. O painel tem como objetivo apresentar um panorama sobre o estado destes mecanismos, seus desafios quanto ao alcance do público alvo, considerando a realidade socioeconômica de regiões com alta biodiversidade na América Latina, assim como apresentar lacunas de ferramentas necessárias para promover  oportunidades para empreender e investir com impacto ambiental positivo. Também apresentará sobre os desafios e oportunidades do ecossistema de inovação em bioeconomia e suas necessidades de capital.

PERGUNTAS NORTEADORAS

– Quais inovações em termos do financiamento são necessárias e possíveis para alavancarmos o investimento na Bioeconomia Amazônica?

– Quais atores vêm atuando para promover essas inovações e quais são as lacunas?

Painelistas:
Daniel Contrucci – Climate Ventures
Susan Edda Seehusen – PNUD
Marcos Da Ré -Fundação CERTI
Cassia Moraes – Youth Climate Leaders

Comentarista/moderadora:
Ana Carolina Szklo – Instituto Humanize

TERÇA
15/06

Objetivo do painel:

Promover um panorama sobre o estado atual e as tendências do financiamento e dos
investimentos privados em bioeconomia na Pan-Amazônia: cooperação internacional,
mecanismos filantrópicos, financiamento público e privado, investimento de impacto,
investimento privado.


Perguntas norteadoras:

  1. Quais são os mecanismos de financiamento existentes e quais são as lacunas de
    mecanismos?
  2. Quais os gargalos que restringem o financiamento para a bioeconomia?
  3. Quais as dificuldades dos demandantes em obter acesso a financiamento?
  4. Quais trajetórias e políticas se mostraram efetivas neste contexto?

Painelistas:
Miguel Tang – AMPA – Peru
Lucía Ruiz – SUNASS / Ex-Ministra do Ambiente – Peru

Comentarista:
Rafael Anta – BID
Adriana Moreira – GEF

Moderadora:
Tatiana Schor – SECTI/SEDECTI – Amazonas

Objetivo do Painel:

Está bem evidente que para se avançar no desenvolvimento sustentável no mundo de hoje, uma sociedade precisa ser rica em conhecimento. Esse objetivo, por sua vez, requer investimentos massivos em capital humano e formação de profissionais preparados para diferentes áreas do saber. Isso nos leva a deduzir que as implicações para uma política de desenvolvimento bem sucedida requerem a combinação de educação e pesquisa em fórmulas inovadoras que permitam ganhos econômicos através de uma nova visão que garanta também um futuro de longo prazo de nossa rica sociobiodiversidade.

Nesse painel vamos abordar esse tema com três profissionais com larga experiência na Amazônia, que irão compartilhar de forma simples e direta essa relação entre o sucesso na bioeconomia na
Amazônia e o capital humano. Teremos também como comentadores um dos debatedores e uma acadêmica de um dos mais novos e inovadores cursos programas universitários na
região.

Perguntas norteadoras:
– Academia – O que já existe em nível nacional e internacional para a formação de recursos humanos direcionados ao tema. Como podemos coordenar, catalisar e acelerar esse setor? Como atrair o nível internacional para falar com o nacional para fazer a mudança?​
– Setor produtivo – Os desejos desse setor para que o mundo acadêmico possa se planejar para tal. Gestão de negócios; capacidade técnica. O que precisa de RH e quais as habilidades necessárias? (conhecimento de sazonalidade; geográfico; dimensões das
limitações​
– Comunidades locais – O que sonhamos para o futuro e o que queremos para inserir nossos jovens nesses sonhos? Quais cursos que são necessários? O que a comunidade deseja? Como modernizar o rural e manter o jovem na comunidade? Como a comunidade vê a questão da bioeconomia?​

Painelistas:
Luís Fernando Fonseca – Kaeté Investimentos
Ana Paula Ferreira – COEX
Claudio Pádua – IPÊ

Comentaristas:
Maria Olivia Simão – Rainforest Social Business School / UEA
Foster Brown – UFAC

Moderador:
Jonas da Rosa Gonçalves – SECTI/SEDECTI – Amazonas

QUARTA
16/06

Objetivo do painel:
Promover um panorama sobre o estado atual e as tendências do financiamento e dos investimentos em florestas tropicais pelo mundo.

Perguntas norteadoras:

  1. Quais são os mecanismos de financiamento existentes e quais são as lacunas de mecanismos?
  2. Quais os gargalos que restringem o financiamento para a bioeconomia?
  3. Quais as dificuldades dos demandantes em obter acesso a financiamento?
  4. Quais trajetórias e políticas se mostraram efetivas neste contexto?

Painelistas:
Salo Coslovski – Universidade de Nova York
Teodyl Nkuintchua – WRI Africa
Christopher Brett – Banco Mundial

Moderadora:
Tatiana Schor – SECTI/SEDECTI – Amazonas

Objetivo do painel:

Expor e debater lições aprendidas, achados e conhecimentos de experiências pan-amazônicas exitosas de financiamento de impacto na cadeia da castanha-da-Amazônia. Por meio da interação e discussão de experts no tema do financiamento, crédito, investimentos e políticas públicas, a intenção é mostrar o estado da arte e pensar possibilidades futuras em relação à sustentabilidade e desenvolvimento financeiro para a cadeia.

Perguntas norteadoras:

  1. “O Estado da Arte” = Quais são as estratégias de acesso à investimentos nos vários elos por onde a castanha passa [para extrativistas, indústria de beneficiamento (Usinas e Cooperativas), distribuidores/ atravessadores, indústria de beneficiamento (alimentícia e cosmética)]?
  2. “Benchmarking” = Quais foram as estratégias, segundo os participantes, que mais deram certo e que podem ser usadas como referência para o financiamento da cadeia, em termos de financiamento público e privado?
  3. “Cenário e Visão de Futuro” = Para onde aponta o caminho futuro de financiamento da castanha-da-Amazônia, pensando nos vários atores que atuam ao longo da cadeia e que precisam de investimentos nos seus vários ramos e segmentos de mercado?

Painelistas:
Victoria Mutran – Mutran Exportadora
José Padilla – Corporacion Agroindustrial Amazonas S.A
Carina Pimenta – Conexsus

Comentaristas:
André Machado – Observatório da Castanha-da-Amazônia
Plácido Costa – Pacto das Águas

Moderadora:
Lilia Assunção – SECTI/SEDECTI – Amazonas

QUINTA
17/06

Objetivo do painel:

Este painel discutirá condições para que investidores interessados em desenvolver uma nova economia com aumento de renda da população local e redução da degradação ambiental, alicerçada em modelos de negócio que ainda não estão consolidados ou que precisam emergir, sintam-se seguros e motivados a investir. Considerando que é fundamental fortalecer o ecossistema envolvendo empreendedores em diferentes elos da cadeia de valor, doadores e investidores de impacto, o painel abordará os diversos gargalos a serem tratados no desenvolvimento dos ecossistemas de inovação, além de desafios na própria mensuração do impacto socioambiental.

Perguntas norteadoras:

  1. Como criamos pontes entre o mundo da floresta, negócios comunitários, os centros de inovação e as start-ups?
  2. Quais são as lacunas e gargalos dos ecossistemas de inovação?
  3. Como preparar uma estrutura e consolidar o ecossistema de inovação e empreendedorismo – inclusive o comunitário – para receber os investimentos em escala?

Painelistas:
Amiraldo Picanço – Projeto Bailique
Leonardo Letelier – Sitawi
Jonah Wittkamper – Amazon Investors’ Coalition
Raimunda Rodrigues – Mini Usina Extrativista do Rio Novo, Resex Rio Iriri / PA
Fabiana Costa Tolentino – Bradesco

Comentarista/moderadora:
Andrea Azevedo – Fundo JBS

Objetivo do painel:
Compreender de que maneira ajustes nos marcos regulatórios trazem elementos que viabilizem a estruturação dos mercados de bioeconomia e de bioeconomia circular.

Perguntas norteadoras:

  1. Que marcos legais podem fortalecer as cadeias produtivas da bioeconomia tanto do ponto de vista de P&D e a produção (certificação; acesso a mercado; questões sanitárias)? ​
  2. Fundos setoriais para a Bioeconomia – Como garantimos financiamento para bioeconomia?
  3. Quais são as articulações e como organizar os marcos regulatórios?

Painelistas:
Arnaldo Jardim – Dep. Federal – SP
Marcelo Morales – Secretário de Pesquisa e Formação Científica (SEPEF/MCTI)
Gislene Zilse – INPA

Comentaristas:
Daniela Lerda – CLUA
Daniel Pinheiro Viegas – Procuradoria Geral – AM

Moderadora:
Teresa Rossi – Instituto Escolhas

SEXTA
18/06

Objetivo do painel:

Considerando o princípio norteador “Expansão das áreas florestadas biodiversas e sustentáveis” este painel tem como objetivo trazer experiências de investimentos de longo prazo na expansão de áreas de florestas nativas.

Perguntas norteadoras:

  • Quais os casos de sucesso de políticas públicas que fortaleceram a expansão de florestas nativas?​
  • O que existe em termos de inovação em investimento em áreas florestadas visando o uso sustentável da madeira e o pagamento de serviços ambientais?

Painelistas:
Anna Mohr – BaumInvest
Bruno Mariani – Symbiosis Investimento
Erika de Paula Pedro Pinto – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia

Comentarista:
Patricia Daros – Fundo Vale

Comentarista/moderador:
Marcello Brito – ABAG

SEGUNDA
21/06

Objetivo do painel:

Este painel pretende discutir como a região Amazônica se insere no debate das proteínas alternativas a partir de suas cadeias produtivas da bioeconomia, trazendo não apenas desenvolvimento territorial local, como também colaborando para as políticas extrativistas sustentáveis, que mantêm a floresta em pé. Com esse objetivo, planejamos trazer vozes diferentes que representam as diferentes facetas deste debate. Por isso pretendemos convidar  agências multilaterais, representantes do setor privado e da academia e ainda pensadores do cenário atual de sustentabilidade pela ótica e lógica dos povos originários.

Painelistas:
Ariane Kluczkovski – UFAM
Josiane Tikuna – Projeto AgroVida Naãne Arü Mãü-Terra e Vida

Comentaristas:
Joanita Karoleski – Fundo JBS
Rodrigo Carvalho – A Tal da Castanha

Moderador:
Gustavo Guadagnini – GFI Brasil

TERÇA
22/06

Objetivo do painel:

Partindo do Princípio Norteador 3 do F2iBAM (diminuição das desigualdades sociais e territoriais) e levando em consideração as salvaguardas e repartição de benefícios, o painel pretende discutir investimento em fitoterápicos e plantas medicinais que viabilizem a entrada deles nos mercados internacionais de produtos da sociobiodiversidade, considerando a tendência futura de biossintéticos.

Perguntas norteadoras:

  1. Como as instituições que vocês representam lidam/lidaram com diferentes gargalos neste mercado?
  2. Quais as formas de investimento nesse setor contribuíram para o desenvolvimento no mesmo?
  3. Por que e como investir em fitoterápicos Amazônicos? Como isso pode ajudar no desenvolvimento regional e a conservação da floresta?​
  4. Quais as principais questões do mercado e como criar sinergias? Qual a importância dos produtos amazônicos na visão global?​

Painelistas:
Francine Leal Franco – GSS Bioconsultoria
João Paulo Tukano​ – Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena / UFAM
Cristina Ropke – Centroflora

Comentaristas:
Sandra Zanotto – Amazon Doors
Spartaco Astolfi Filho – UFAM

Moderadora:
Mariana Cohen – SECTI/SEDECTI – Amazonas

Objetivo do painel:

Compartilhar os diferentes benefícios da cadeia de valor do pirarucu manejado, entender os desafios da atividade e pensar estratégias para o seu fortalecimento.

Perguntas norteadoras:

  1. Como todo o conjunto de benefícios associados ao manejo do pirarucu pode ser valorizado pelos mercados para efetivamente aumentar a rentabilidade do manejador?
  2. Que tipos de fontes de financiamento/apoio/patrocínio poderiam efetivamente ser acessados pelas iniciativas de manejo como apoios estruturantes para o fortalecimento da cadeia (infraestrutura, capital de giro, por ex.)?
  3. Como a geopolítica do estado pode colaborar para o funcionamento e fortalecimento desta atividade?

Painelistas:
Ana Claúdia Torres – IDS Mamirauá
Marco Aurélio Pavarino – MAPA

Comentaristas:
Adevaldo Dias – Memorial Chico Mendes
Fernanda Alvarenga – Consultora – US Forest Service

Moderadora:
Ronnayana Rayla Silva – SECTI/SEDECTI – Amazonas

QUARTA
23/06

Objetivo do painel:

O objetivo deste painel seria debater o papel de uma política industrial para alavancar a bioeconomia na Amazônia, tendo o caso da Zona Franca de Manaus (ZFM) como ponto de partida. Existe uma transformação em curso das estruturas industriais. Como o atual perfil das empresas da ZFM se situa em relação a isso? Este painel deve abordar como atrair mais empresas para a região, agregar valor na região e que tipo de infraestrutura local precisaria ser priorizada, já que esta não deve colocar a própria sociobiodiversidade da região em risco.

Perguntas norteadoras:

  • Bioeconomia sem a indústria é romantismo?
  • Quais indústrias teriam maiores vantagens para alavancar a bioeconomia em termos de escala e competitividade na região?
  • A lógica da Zona Franca de Manaus é um benchmark a ser seguido ou não?

Painelistas:
Yaniv Amaral – Magama
Bernardo Silva – ThinkBrasil
Renée Veiga – FIEAM

Comentarista:
Karla Giovanna Braga – Youth Climate Leaders
Vânia Thaumaturgo – APDM

Comentarista/moderador:
Carlos Koury – IDESAM

Objetivo do painel:

O tema das finanças verdes não é novidade no mercado financeiro e tem ganhado cada vez mais espaço com a discussão sobre como implementar os critérios ASG (ambiental, social e de governança) para pautar investimentos e alocar capital. Porém, ainda falta muito para que esses critérios sejam qualificados a partir da definição de indicadores objetivos, padronizados, transparentes e monitoráveis, permitindo que os financiamentos reflitam na prática os compromissos do setor financeiro com a preservação ambiental e o combate às mudanças climáticas.  Em relação à bioeconomia, a definição desses critérios se torna ainda mais difícil devido às incertezas que cercam esse novo setor. A forma como a bioeconomia amazônica será classificada dentro da economia verde e como suas vantagens ambientais e sociais serão computadas serão chaves para a viabilização de investimentos em escala para o setor. Este painel tem como objetivo debater onde estamos nessas duas frentes no Brasil: taxonomia e valoração de externalidades positivas sociais e ambientais. O que já temos e o que ainda nos falta.

Perguntas norteadoras:

1. Que critérios socioambientais são utilizados atualmente pelas instituições financeiras na definição de investimentos em bioeconomia e como eles são inseridos nas etapas de análise e planejamento dos projetos?  

2. O Brasil está desenvolvendo lentamente sua taxonomia para uma economia verde. Como a bioeconomia está sendo inserida? Como ela foi tratada na taxonomia da União Européia?

3. O que temos e o que falta para  impulsionarmos a construção de um pipeline de projetos com externalidades socioambientais positivas?

Painelistas:
Esmar Prado – BASA
Carolina Learth – Santander
Nabil Kadri – BNDS

Comentarista/moderadora:
Annelise V. Felsberg – FGVces

QUINTA
24/06

Objetivo do painel:
Estão emergindo diversas iniciativas com o propósito de congregar organizações e esforços em torno da bioeconomia, na forma de redes, parcerias, hubs, observatórios, entre outras. O painel pretende dar visibilidade a tais iniciativas apresentando uma fotografia e trazendo provocações sobre como estão se organizando para fomentar a colaboração entre elas, questionando a existência de sobreposições e lacunas, buscando entendê-las como instrumentos a serviço de um ecossistema em pleno desenvolvimento. O painel também pretende provocar reflexões sobre o valor dessas iniciativas para aumentar o fluxo de investimentos na bioeconomia amazônica.

Perguntas norteadoras:

  1. Quais são as forças e as fraquezas das iniciativas já em curso?
  2. Quais são as lacunas?
  3. Como potencializar a colaboração entre iniciativas?
  4. Como integrar e transformar as bases de dados em subsídio para ação coletiva em prol da Bioeconomia?

Painelistas:
Augusto Corrêa – Programa Parceiros pela Amazônia
Maíra Vasconcellos – Conexsus
Marysol Goes – Hub de Economia Verde / Bioeconomia da Amazônia
Vanderleia Radaelli – BID

Comentarista/moderador:
Jose Vitor Bomtempo – UFRJ

SEXTA
25/06

Objetivo do painel:
Apresentar o Plano de Recuperação Verde, elaborado pelo Consórcio Interestadual da Amazônia Legal, a partir da decisão colegiada dos nove governadores dos estados subnacionais, membros do Consórcio de Governos; e discutir o papel da cooperação internacional no investimento à implementação das iniciativas e programas pactuados pelos estados no PRV.

Perguntas norteadoras:

  1. Qual a importância do investimento na bioeconomia para o PRV?
  2. De que forma o consórcio trará elementos inovadores para a execução do PRV?
  3. De que maneira a cooperação internacional poderá funcionar como investidor em arranjos pré-competitivos que viabilizem a plena execução do PRV?

Painelistas:
Laura Carvalho – FEA/USP
Flávio Dino – Governador do Maranhão (Consórcio)
Jens Brüggemann – Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ)
Sophie Naudeau – Banco Mundial

Moderadora:
Izabella Teixeira – Uma Concertação pela Amazônia

* É possível que mais painéis ou programações complementares sejam confirmadas até a data do evento.

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